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quinta-feira, 2 de fevereiro de 2017

II Colóquio de Direito ao Trabalho e ao Lazer, com Maria Augusta Tavares

Descrição para cegos: foto da professora Maria Augusta Tavares obtida durante a gravação do colóquio. Em primeiro plano vê-se a câmera, em cujo visor aparece a imagem captada.

A professora Maria Augusta Tavares foi a convidada da turma de Jornalismo, Cidadania e Direitos Humanos da Universidade Federal da Paraíba para o II Colóquio sobre Direito ao Trabalho e ao Lazer, ocorrido no dia 3 de novembro de 2016. Ela é Mestre e Doutora em Serviço Social, tem pós-doutorado em História Contemporânea e Economia, e lidera o grupo de pesquisa sobre o trabalho na UFPB. Além disso, integra o Grupo de Estudos do Trabalho e dos Conflitos Sociais do Instituto de História Contemporânea, da Universidade Nova de Lisboa, Portugal. O colóquio foi organizado por Annaline Araújo, Cristiano Sacramento, João Diniz e Manoel Holanda.

CONFIRA O COLÓQUIO NA ÍNTEGRA:

1 - Flexibilização do trabalho
- A professora fala sobre os males que as novas propostas de flexibilização do trabalho trazem para a classe trabalhadora.


terça-feira, 22 de novembro de 2016

Cortadores de cana de açúcar vivem trabalho escravo

Descrição para cegos: foto de um trabalhador no canavial, curvado, segurando um facão com a mão direita erguida enquanto com a esquerda segura uma cana par cortá-la.  Veste camisa que cobre seus braços, calça comprida com bota de borracha e boné de onde sai um pano que lhe cobre a nuca..
Por Annaline Araújo

Mesmo com a mecanização do corte da cana de açúcar, a exploração dos trabalhadores nesse setor continua. Eles sofrem com a jornada exaustiva e a má remuneração, pois não tem um valor fixo. Dependem da produção e a meta diária estabelecida, o que varia e é calculada em toneladas.
“O trabalho no corte de cana-de-açúcar é, reconhecidamente, um dos mais árduos do meio rural brasileiro. Assim, hoje, o ritmo imposto aos trabalhadores é de competição com as máquinas, já que uma colheitadeira realiza o trabalho de 80 a 100 pessoas. Excesso de horas extras é um dos problemas mais comuns nas lavouras do país”, explica o site Escravo Nem Pensar, que atua na denúncia contra o trabalho escravo no país.

segunda-feira, 14 de novembro de 2016

A escravidão ainda existe

Descrição para cegos: imagem de um boneco cabisbaixo, tendo uma das pernas presa a uma pesada bola de ferro por uma corrente.

O conceito de escravidão mudou. Hoje é considerado trabalho escravo qualquer forma laboral em que o indivíduo é obrigado a jornadas exaustivas, não tem descanso suficiente ou é submetido a condições de trabalhos degradantes. O site Repórter Brasil
 tem uma reportagem em vídeo que conta a história de duas bolivianas enganadas e trazidas para o Brasil com a esperança de melhoria de vida, mas ao chegarem, foram submetidas ao trabalho escravo. Assista ao vídeo (Annaline Araújo)