1 - Flexibilização do trabalho
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A professora fala sobre os males que as novas propostas de flexibilização do
trabalho trazem para a classe trabalhadora.quinta-feira, 2 de fevereiro de 2017
II Colóquio de Direito ao Trabalho e ao Lazer, com Maria Augusta Tavares
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quarta-feira, 30 de novembro de 2016
Vogue, o preço pago por carregar o nome da marca
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Descrição para cegos: Imagem mostra a silhueta de cinco mulheres enfileiradas caminhando. Duas delas carregam bolsas.
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Por Annaline Araújo
A Vogue, revista
de moda feminina mais influente do mundo, publicou no site da edição brasileira
alguns requisitos para suas jornalistas. O material foi elaborado pela diretora
de redação, Daniela Falcão; a redatora-chefe, Silva Rogar; e a diretora de
moda, Bárbara Migliori, tentando revestir de glamour o trabalho na publicação.
Nos
pré-requisitos para a profissional da área de comunicação interessada em
trabalhar na empresa, constam que precisa se submeter a algumas exigências como
a possibilidade de dormir apenas cinco horas por dia, ter boa memória e
esbanjar bom humor apesar de ter que acompanhar desfiles e lançamentos de
coleções que podem chegar a mais de 20 mil looks mensais.
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terça-feira, 22 de novembro de 2016
Cortadores de cana de açúcar vivem trabalho escravo
Por Annaline Araújo
Mesmo
com a mecanização do corte da cana de açúcar, a exploração dos trabalhadores nesse
setor continua. Eles sofrem com a jornada exaustiva e a má remuneração, pois
não tem um valor fixo. Dependem da produção e a meta diária estabelecida, o que
varia e é calculada em toneladas.
“O trabalho no corte de cana-de-açúcar é,
reconhecidamente, um dos mais árduos do meio rural brasileiro. Assim, hoje, o
ritmo imposto aos trabalhadores é de competição com as máquinas, já que uma
colheitadeira realiza o trabalho de 80 a 100 pessoas. Excesso de horas extras é
um dos problemas mais comuns nas lavouras do país”, explica o site Escravo Nem Pensar,
que atua na denúncia contra o trabalho escravo no país.
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segunda-feira, 14 de novembro de 2016
A escravidão ainda existe
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| Descrição para cegos: imagem de um boneco cabisbaixo, tendo uma das pernas presa a uma pesada bola de ferro por uma corrente. |
O conceito de escravidão mudou. Hoje é considerado trabalho escravo qualquer forma laboral em que o indivíduo é obrigado a jornadas exaustivas, não tem descanso suficiente ou é submetido a condições de trabalhos degradantes. O site Repórter Brasil tem uma reportagem em vídeo que conta a história de duas bolivianas enganadas e trazidas para o Brasil com a esperança de melhoria de vida, mas ao chegarem, foram submetidas ao trabalho escravo. Assista ao vídeo (Annaline Araújo)
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domingo, 4 de setembro de 2016
Excesso de trabalho na Rio2016
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| Descrição para cegos: Grandes tendas de lanchonetes montadas na Arena de Vôlei de Praia à noite, em Copacabana, no Rio de Janeiro, com bastante gente esperando a vez de ser atendida. |
Por Annaline Araújo
"Parece até um trabalho escravo". Isso foi parte do relato de uma das funcionárias que trabalhou na lanchonete da Arena de Vôlei de Praia, no Rio de Janeiro, durante a Olimpíada. Muitos, como ela, reclamaram das condições de trabalho, como a falta de alimentação adequada. Outros chegaram, inclusive, a abandonar a atividade, o que causou transtorno no serviço aos torcedores.
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quinta-feira, 31 de março de 2016
Série fotográfica retrata a escravidão moderna
Será que ainda há escravidão na sociedade
contemporânea? Afirmo com tristeza que sim. Atualmente, mais de 27 milhões de
pessoas são escravizadas e a maioria de nós finge não saber. Foi para trazer a
tona esta parte da sociedade que a fotógrafa e ativista Lisa Kristine produziu
a série Modern Day Slavery. Na série, Lisa mostra o terrível mundo da
escravidão moderna. Em 2012, na conferência TED, sua interferência deixou o
alerta sobre este grande problema. TED é uma organização sem fins lucrativos,
dedicada ao lema “ideias que merecem ser compartilhadas”. Começou há 26 anos
como uma conferência na Califórnia. Você pode conferir algumas imagens da série
e o vídeo da conferência neste link (Samara Mello).
terça-feira, 20 de outubro de 2015
A origem do que vestimos
Você já parou para pensar de onde vêm as peças de roupa que
usa, de que material são feitas ou quem as produziu? Normalmente nunca nos
questionamos sobre essa origem. Porém, um fato pouco conhecido é que a chamada
‘indústria da moda’ é a 2ª mais poluente, perdendo apenas para a de petróleo. O
documentário “The True Cost” faz revelações espantosas sobre cada etapa da
cadeia produtiva da indústria de vestuário, dando destaque aos impactos ambiental
e humanitário. Seu objetivo é fazer refletir sobre o consumismo
e responder à pergunta: “quem realmente paga o preço pelas nossas roupas?”.
Leia, a seguir, a crítica da jornalista Ana Carolina Rodarte, no seu blog Fashionbudz (Giovana Ferreira).
The True Cost: quem realmente paga o preço das suas roupas?
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