quinta-feira, 2 de fevereiro de 2017

II Colóquio de Direito ao Trabalho e ao Lazer, com Maria Augusta Tavares

Descrição para cegos: foto da professora Maria Augusta Tavares obtida durante a gravação do colóquio. Em primeiro plano vê-se a câmera, em cujo visor aparece a imagem captada.

A professora Maria Augusta Tavares foi a convidada da turma de Jornalismo, Cidadania e Direitos Humanos da Universidade Federal da Paraíba para o II Colóquio sobre Direito ao Trabalho e ao Lazer, ocorrido no dia 3 de novembro de 2016. Ela é Mestre e Doutora em Serviço Social, tem pós-doutorado em História Contemporânea e Economia, e lidera o grupo de pesquisa sobre o trabalho na UFPB. Além disso, integra o Grupo de Estudos do Trabalho e dos Conflitos Sociais do Instituto de História Contemporânea, da Universidade Nova de Lisboa, Portugal. O colóquio foi organizado por Annaline Araújo, Cristiano Sacramento, João Diniz e Manoel Holanda.

CONFIRA O COLÓQUIO NA ÍNTEGRA:

1 - Flexibilização do trabalho
- A professora fala sobre os males que as novas propostas de flexibilização do trabalho trazem para a classe trabalhadora.


quarta-feira, 30 de novembro de 2016

Vogue, o preço pago por carregar o nome da marca

   
Descrição para cegos: Imagem mostra a silhueta de cinco mulheres enfileiradas caminhando. Duas delas carregam bolsas

                                                      Por Annaline Araújo

A Vogue, revista de moda feminina mais influente do mundo, publicou no site da edição brasileira alguns requisitos para suas jornalistas. O material foi elaborado pela diretora de redação, Daniela Falcão; a redatora-chefe, Silva Rogar; e a diretora de moda, Bárbara Migliori, tentando revestir de glamour o trabalho na publicação.
Nos pré-requisitos para a profissional da área de comunicação interessada em trabalhar na empresa, constam que precisa se submeter a algumas exigências como a possibilidade de dormir apenas cinco horas por dia, ter boa memória e esbanjar bom humor apesar de ter que acompanhar desfiles e lançamentos de coleções que podem chegar a mais de 20 mil looks mensais.

terça-feira, 22 de novembro de 2016

Cortadores de cana de açúcar vivem trabalho escravo

Descrição para cegos: foto de um trabalhador no canavial, curvado, segurando um facão com a mão direita erguida enquanto com a esquerda segura uma cana par cortá-la.  Veste camisa que cobre seus braços, calça comprida com bota de borracha e boné de onde sai um pano que lhe cobre a nuca..
Por Annaline Araújo

Mesmo com a mecanização do corte da cana de açúcar, a exploração dos trabalhadores nesse setor continua. Eles sofrem com a jornada exaustiva e a má remuneração, pois não tem um valor fixo. Dependem da produção e a meta diária estabelecida, o que varia e é calculada em toneladas.
“O trabalho no corte de cana-de-açúcar é, reconhecidamente, um dos mais árduos do meio rural brasileiro. Assim, hoje, o ritmo imposto aos trabalhadores é de competição com as máquinas, já que uma colheitadeira realiza o trabalho de 80 a 100 pessoas. Excesso de horas extras é um dos problemas mais comuns nas lavouras do país”, explica o site Escravo Nem Pensar, que atua na denúncia contra o trabalho escravo no país.

segunda-feira, 14 de novembro de 2016

A escravidão ainda existe

Descrição para cegos: imagem de um boneco cabisbaixo, tendo uma das pernas presa a uma pesada bola de ferro por uma corrente.

O conceito de escravidão mudou. Hoje é considerado trabalho escravo qualquer forma laboral em que o indivíduo é obrigado a jornadas exaustivas, não tem descanso suficiente ou é submetido a condições de trabalhos degradantes. O site Repórter Brasil
 tem uma reportagem em vídeo que conta a história de duas bolivianas enganadas e trazidas para o Brasil com a esperança de melhoria de vida, mas ao chegarem, foram submetidas ao trabalho escravo. Assista ao vídeo (Annaline Araújo)

domingo, 4 de setembro de 2016

Excesso de trabalho na Rio2016

Descrição para cegos: Grandes tendas de lanchonetes montadas na Arena de Vôlei de Praia à noite, em Copacabana, no Rio de Janeiro, com bastante gente esperando a vez de ser atendida.
Por Annaline Araújo 

"Parece até um trabalho escravo". Isso foi parte do relato de uma das funcionárias que trabalhou na lanchonete da Arena de Vôlei de Praia, no Rio de Janeiro, durante a Olimpíada. Muitos, como ela, reclamaram das condições de trabalho, como a falta de alimentação adequada. Outros chegaram, inclusive, a abandonar a atividade, o que causou transtorno no serviço aos torcedores.  

quinta-feira, 31 de março de 2016

Série fotográfica retrata a escravidão moderna

Descrição para cegos: foto mostra um grupo de mineiros sentados. Eles estão sem camisa, os corpos
cobertos de poeira e, na cabeça, têm uma lanterna usada para iluminar os túneis da mina,
presa por uma correia 

Será que ainda há escravidão na sociedade contemporânea? Afirmo com tristeza que sim. Atualmente, mais de 27 milhões de pessoas são escravizadas e a maioria de nós finge não saber. Foi para trazer a tona esta parte da sociedade que a fotógrafa e ativista Lisa Kristine produziu a série Modern Day Slavery. Na série, Lisa mostra o terrível mundo da escravidão moderna. Em 2012, na conferência TED, sua interferência deixou o alerta sobre este grande problema. TED é uma organização sem fins lucrativos, dedicada ao lema “ideias que merecem ser compartilhadas”. Começou há 26 anos como uma conferência na Califórnia. Você pode conferir algumas imagens da série e o vídeo da conferência neste link (Samara Mello).

terça-feira, 20 de outubro de 2015

A origem do que vestimos

Descrição para cegos: cartaz do documentário
mostra três pessoas (duas mulheres e um homem)
bem vestidas com sacolas de compras
cobrindo-lhes as cabeças. Em volta delas várias sacolas
de compras abarrotadas de roupas.
Você já parou para pensar de onde vêm as peças de roupa que usa, de que material são feitas ou quem as produziu? Normalmente nunca nos questionamos sobre essa origem. Porém, um fato pouco conhecido é que a chamada ‘indústria da moda’ é a 2ª mais poluente, perdendo apenas para a de petróleo. O documentário “The True Cost” faz revelações espantosas sobre cada etapa da cadeia produtiva da indústria de vestuário, dando destaque aos impactos ambiental e humanitário. Seu objetivo é fazer refletir sobre o consumismo e responder à pergunta: “quem realmente paga o preço pelas nossas roupas?”. 
Leia, a seguir, a crítica da jornalista Ana Carolina Rodarte, no seu blog Fashionbudz (Giovana Ferreira).

The True Cost: quem realmente paga o preço das suas roupas?