quarta-feira, 4 de outubro de 2017

Pesquisa gera campanha contra abusos em agências

Descrição para cegos: cartaz da campanha criado sobre anúncio de produto de limpeza. Consiste na imagem de uma mulher rabiscada com um texto informando que 39,4% das publicitárias do Nordeste já tiveram que se vestir para agradar clientes. Abaixo dessa informação está escrito: “Empoderamento, isso não pode ser só slogan”.
Levantar a pauta sobre machismos cotidianos é algo que vem se tornando mais comum, não só no dia a dia, como no mercado de trabalho. Foi isso que a TagZag fez. A agência de publicidade paraibana realizou uma pesquisa nos nove estados do Nordeste, com 200 publicitárias. A pesquisa apontou que 71% das profissionais dessa área já sofreram assédio no trabalho. Após juntar esses dados, a agência resolveu fazer uma campanha de conscientização com hotsite e divulgação entre agência. Conheça mais aqui. (San Vilela)

sábado, 16 de setembro de 2017

III Colóquio de Direito ao Trabalho e ao Lazer, com Marcelo Sitcovsky

Descrição para cegos: foto do professor Marcelo Sticovsky falando durante o colóquio. Em primeiro plano vê-se a câmera filmando-o, com sua imagem aparecendo no visor.

O professor Marcelo Sticovsky Santo Pereira foi o convidado da turma de Jornalismo, Cidadania e Direitos Humanos da Universidade Federal da Paraíba para o III Colóquio sobre Direito ao Trabalho e ao Lazer, ocorrido no dia 11 de maio de 2017. Professor adjunto no Departamento de Serviço Social, ele é Mestre e Doutor em Serviço Social pela UFPB e integra o Grupo de Pesquisas sobre o Trabalho. Marcelo também é Presidente da Associação dos Docentes da Universidade Federal da Paraíba, a Aduf-PB, seção sindical do Sindicato Nacional dos Docentes do Ensino Superior.

CONFIRA O COLÓQUIO NA ÍNTEGRA

1 –Terceirização e acidentes fatais no trabalho
O professor fala sobre as dificuldades que o trabalhador encontrará com a Lei da Terceirização, inclusive com o aumento significativo dos acidentes de trabalho.


quarta-feira, 13 de setembro de 2017

Circuito fechado

Descrição para cegos: foto de uma ampulheta em cima de um jornal.

Lucélia Pereira

Desculpe-me, depois ligo pra você. Esqueci meu nome. Devo tê-lo deixado anotado em alguma lista das minhas tarefas do dia. A vida é curta e eu não sabia. Depois das obrigações, reuniões, repartições e negociações de trabalho, vou contar quantos minutos me sobram pra viver de verdade. 
Hoje parece que não vai dar tempo de sorrir. O relógio de pulso me avisa que hoje não dá. Talvez amanhã, se ele me deixar, ou se houver um tempo em minha agenda.
É da empresa privada o meu tempo, meu nome, minhas mãos, minha energia, disposição, dedicação e alguns longos anos da minha vida quase inteira. Não me interessa ser o funcionário do mês e eu já nem sei porque estou nesse sistema mecânico. Eu também queria ir embora, fazer uma greve ou rebelião, subverter o padrão, mas hoje não vai dar.

segunda-feira, 11 de setembro de 2017

Setor metalúrgico perdeu 544 mil vagas em 4 anos

Descrição para cegos: foto de metalúrgico usando capacete e máscara de proteção. Em segundo plano, vemos labaredas, indicando que algo está sendo soldado.

De acordo com Marcelino da Rocha, presidente da Federação Interestadual de Metalúrgicos e Metalúrgicas do Brasil (Fitmetal), o setor teve uma queda de 544 mil vagas de emprego desde 2013. A informação foi dada durante o 4º Congresso Nacional da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil - CTB. Enfrentando quatro anos seguidos de mais demissões que contratações, o país conta com apenas 1,9 milhão de metalúrgicos com carteira assinada. Mais informações podem ser lidas no Portal CTB, através deste link. (Lucélia Pereira)

sexta-feira, 8 de setembro de 2017

Assédio sexual no trabalho: identifique e denuncie

Descrição para cegos: capa da cartilha. Apresenta a ilustração de uma mão sobre o rosto de uma mulher.

O Ministério Público do Trabalho (MPT) lançou uma cartilha de combate ao assédio sexual no ambiente de trabalho. Em um formato de perguntas e respostas, a publicação informa sobre situações que configuram a prática abusiva e orienta empregadores e vítimas sobre como denunciá-la. Além disso, explica como o MPT atua para coibir esse tipo de crime. O material foi feito em parceria com a Organização Internacional do Trabalho (OIT). Para acessá-lo, clique aqui. (Lucélia Pereira)

terça-feira, 5 de setembro de 2017

Estagiário, conheça seus direitos!

Descrição para cegos: a foto mostra uma jovem sentada, olhando para a tela de um notebook que está sobre a mesa onde também se vê 2 celulares, um caderno e um vaso de planta.

Por Lucélia Pereira

Válido para estudantes do ensino fundamental, médio e superior, o estágio é uma atividade importante para quem busca experiência no mercado. No entanto, a falta de conhecimento sobre seus direitos pode fazer com que o estagiário acabe passando por situações de exploração.
Para resguardar o estudante que desempenha atividades para formação profissional, foi criada a lei 11.788, de 25 de setembro de 2008, que é mais conhecida como Lei do Estágio. Entre os direitos resguardados estão o de exercer jornada de no máximo 30 horas semanais, redução da jornada nas semanas em que o aluno tiver prova, seguro contra acidentes pessoais e período de recesso (correspondente as férias do trabalhador) quando o estágio for de, pelo menos, um ano.

quarta-feira, 30 de agosto de 2017

O conselheiro tutelar e o trabalho infantil

Descrição para cegos: foto de garoto sentado no chão, em meio a pés de cana-de-açúcar. Ele está com o braço esquerdo apoiado na perna esquerda e usa calça jeans, regata e um boné com a frase “conspiração”. 

O trabalho infantil é um dos problemas sociais enfrentados no Brasil. Os conselheiros tutelares têm um importante papel no combate a esse tipo de violação dos direitos humanos, pois eles mantêm contato com crianças em situações de vulnerabilidade. Sobre o tema, o site do projeto Rede Peteca entrevistou Tiago Ranieri, procurador do Trabalho de Goiás (GO). Entre outros esclarecimentos, ele falou sobre como deve ser a formação dos conselheiros, o curso a distância do Ministério Público do Trabalho para ajudar na capacitação desses profissionais e que atitudes eles devem tomar ao identificar uma situação de trabalho infantil. Leia aqui. (Lucélia Pereira)