quinta-feira, 27 de abril de 2017

Dia para a revolução da moda

Descrição para cegos: foto mostra as palavras "fashion revolution" em cor preta, num quadro branco com moldura preta
Por Lucas Adriel

       Saber de onde são nossas roupas é fácil. Um olhar básico para as etiquetas e logo encontramos a famosa frase em inglês: made in china (feito na china), made in Brazil (feito no Brasil), ou qualquer outro país que a peça de roupa tenha sido feita. No entanto, por trás da vestimenta há um número demasiado de pessoas que fizeram com que o produto chegasse naquele modelo, por isso precisamos estar atentos ao trabalho escravo que ainda persiste na indústria da moda.
    

terça-feira, 21 de março de 2017

Liberação do FGTS: presente para ricos

Descrição para cegos: foto mostra uma grande quantidade de cédulas espalhadas por uma superfície plana


O jornalista Fernando Brito, editor do blog Tijolaço , aponta que por trás da iniciativa do governo de liberar em massa as contas inativas do FGTS está uma estratégia de beneficiar os grandes bancos. No artigo, Fernando usa números divulgados pelo banco Santander para expor o verdadeiro caminho do dinheiro, que beneficiará fundos de investimento regidos pelos bancos e corretoras, ao invés de aliviar os trabalhadores e reaquecer o consumo e a economia, ao contrário do que disse o presidente Michel Temer. Para ler, clique aqui. (Lucas Adriel)

sábado, 4 de março de 2017

Um manifesto contra a reforma da previdência

Descrição para cegos: foto mostra idoso de costas, sentado, sendo atendido por um funcionário do INSS, também sentado, em um guichê de uma repartição desse orgão.

O jornalista paraibano Rubens Nóbrega, escreveu em seu blog uma espécie de carta para o seu neto, Davi, como forma de protesto contra a reforma da previdência, proposta pelo governo Michel Temer. Em seu texto, Rubens crítica o plano do atual presidente dizendo que liquida o direito a uma aposentadoria digna, com saúde e um pouco de vida para usufruir deste direito conquistado pelos trabalhadores. Para ler, clique aqui . (Lucas Adriel)

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2017

II Colóquio de Direito ao Trabalho e ao Lazer, com Maria Augusta Tavares

Descrição para cegos: foto da professora Maria Augusta Tavares obtida durante a gravação do colóquio. Em primeiro plano vê-se a câmera, em cujo visor aparece a imagem captada.

A professora Maria Augusta Tavares foi a convidada da turma de Jornalismo, Cidadania e Direitos Humanos da Universidade Federal da Paraíba para o II Colóquio sobre Direito ao Trabalho e ao Lazer, ocorrido no dia 3 de novembro de 2016. Ela é Mestre e Doutora em Serviço Social, tem pós-doutorado em História Contemporânea e Economia, e lidera o grupo de pesquisa sobre o trabalho na UFPB. Além disso, integra o Grupo de Estudos do Trabalho e dos Conflitos Sociais do Instituto de História Contemporânea, da Universidade Nova de Lisboa, Portugal. O colóquio foi organizado por Annaline Araújo, Cristiano Sacramento, João Diniz e Manoel Holanda.

CONFIRA O COLÓQUIO NA ÍNTEGRA:

1 - Flexibilização do trabalho
- A professora fala sobre os males que as novas propostas de flexibilização do trabalho trazem para a classe trabalhadora.


quarta-feira, 30 de novembro de 2016

Vogue, o preço pago por carregar o nome da marca

   
Descrição para cegos: Imagem mostra a silhueta de cinco mulheres enfileiradas caminhando. Duas delas carregam bolsas

                                                      Por Annaline Araújo

A Vogue, revista de moda feminina mais influente do mundo, publicou no site da edição brasileira alguns requisitos para suas jornalistas. O material foi elaborado pela diretora de redação, Daniela Falcão; a redatora-chefe, Silva Rogar; e a diretora de moda, Bárbara Migliori, tentando revestir de glamour o trabalho na publicação.
Nos pré-requisitos para a profissional da área de comunicação interessada em trabalhar na empresa, constam que precisa se submeter a algumas exigências como a possibilidade de dormir apenas cinco horas por dia, ter boa memória e esbanjar bom humor apesar de ter que acompanhar desfiles e lançamentos de coleções que podem chegar a mais de 20 mil looks mensais.

terça-feira, 22 de novembro de 2016

Cortadores de cana de açúcar vivem trabalho escravo

Descrição para cegos: foto de um trabalhador no canavial, curvado, segurando um facão com a mão direita erguida enquanto com a esquerda segura uma cana par cortá-la.  Veste camisa que cobre seus braços, calça comprida com bota de borracha e boné de onde sai um pano que lhe cobre a nuca..
Por Annaline Araújo

Mesmo com a mecanização do corte da cana de açúcar, a exploração dos trabalhadores nesse setor continua. Eles sofrem com a jornada exaustiva e a má remuneração, pois não tem um valor fixo. Dependem da produção e a meta diária estabelecida, o que varia e é calculada em toneladas.
“O trabalho no corte de cana-de-açúcar é, reconhecidamente, um dos mais árduos do meio rural brasileiro. Assim, hoje, o ritmo imposto aos trabalhadores é de competição com as máquinas, já que uma colheitadeira realiza o trabalho de 80 a 100 pessoas. Excesso de horas extras é um dos problemas mais comuns nas lavouras do país”, explica o site Escravo Nem Pensar, que atua na denúncia contra o trabalho escravo no país.

segunda-feira, 14 de novembro de 2016

A escravidão ainda existe

Descrição para cegos: imagem de um boneco cabisbaixo, tendo uma das pernas presa a uma pesada bola de ferro por uma corrente.

O conceito de escravidão mudou. Hoje é considerado trabalho escravo qualquer forma laboral em que o indivíduo é obrigado a jornadas exaustivas, não tem descanso suficiente ou é submetido a condições de trabalhos degradantes. O site Repórter Brasil
 tem uma reportagem em vídeo que conta a história de duas bolivianas enganadas e trazidas para o Brasil com a esperança de melhoria de vida, mas ao chegarem, foram submetidas ao trabalho escravo. Assista ao vídeo (Annaline Araújo)